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Abertura e Boas-vindas :
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Palestra de abertura : Como São Paulo (SP) prioriza e entrega infraestrutura urbana em um ambiente altamente complexo.
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Sessão M1 : O Futuro do Project Controls: Integrando a Inteligência AACE em Planejamento, Custos, Riscos e Administração Contratual
A palestra aborda como as Práticas Recomendadas da AACE estruturam o futuro do Project Controls, integrando planejamento, estimativas de custos, análise de riscos e administração contratual. Serão apresentados métodos probabilísticos e modelos analíticos que elevam a previsibilidade, a governança e o equilíbrio econômico-financeiro em projetos de engenharia e CAPEX.
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Sessão M2 : PMOs na Era da Complexidade: como comunidades globais estão redefinindo a governança e o controle de projetos
A maturidade organizacional em gestão de projetos depende cada vez mais da capacidade de integrar governança, dados e tomada de decisão estratégica. Nesse contexto, os Project Management Offices (PMOs) evoluem de estruturas administrativas para plataformas organizacionais de coordenação, inteligência e geração de valor. Esta palestra apresenta a evolução do papel do PMO nas organizações modernas e discute como comunidades globais de prática contribuem para acelerar o aprendizado coletivo e a disseminação de boas práticas. Será apresentado o trabalho da PMO Global Alliance, comunidade global de profissionais de PMO integrada ao Project Management Institute, bem como as iniciativas do PMOGA Latin America Hub para fortalecer a comunidade de PMO na América Latina.
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Painel de discussão : Data Centers em um Mundo CapEx Volátil: como controlar CapEx, Riscos e Prazo em um Cenário de Energia, Geopolítica e Regulação em Transformação.
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Sessão M4 : O Futuro das Métricas é Humano - Como Inteligência Artificial, Cultura e Comportamento Criam Organizações Inteligentes
As organizações vivem hoje um paradoxo evidente. Medimos mais do que nunca, produzimos dashboards sofisticados e coletamos volumes inéditos de dados, mas ainda temos grande dificuldade em transformar métricas e indicadores em clareza, foco e movimento estratégico. A questão não está na falta de informação, mas na ausência de significado, cultura e interpretação humana. Esta palestra apresenta uma visão contemporânea sobre o papel das métricas no contexto da inteligência artificial e das transformações organizacionais. Vamos demonstrar que indicadores só produzem impacto quando conectados ao comportamento das pessoas e sustentados por culturas que valorizam colaboração, aprendizado e direcionamento claro. Métricas não mudam organizações. Pessoas mudam, e o que possibilita essa mudança não é a ferramenta, mas o sentido atribuído a ela. Ao integrar elementos de IA, gestão do comportamento humano e cultura organizacional, a palestra revela como os dados podem ampliar nossa visão sem substituir o discernimento humano. O conteúdo convida líderes e equipes a repensarem sua relação com métricas, passando de uma lógica de controle para uma lógica de orientação e tomada de decisão consciente. O futuro das métricas depende menos da tecnologia disponível e mais da capacidade das pessoas de transformar números em direção estratégica, e é essa competência que define as organizações inteligentes.
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Sessão M5 : Projeto de Melhoria Contínua na Construção Industrial: Estudo de Caso
Projetos de Melhoria Contínua utilizando os princípios do Lean Seis Sigma são incomuns no ambiente da construção, por diversas razões, dentre elas a dificuldade em coletar dados adequadamente, e de haver tempo para realizar uma medição prévia, desenvolver e implementar melhorias, e medir novamente. Mas há maneiras de lidar com essas dificuldades para realizar projetos de melhoria na construção industrial (a subestação elétrica de um data center), com ganhos expressivos. Essa é a apresentação de um estudo de caso desenvolvido em uma obra industrial na qual trabalhei diretamente, com uma atividade simples e repetitiva, portanto mais propícia à aplicação de um projeto de melhoria. Por meio do estudo do caso, fica claro como podem ser desenvolvidos e implementados projetos de melhoria contínua em qualquer empreendimento de construção industrial. Nota: Esse foi o projeto que utilizei para minha certificação Master Black Belt, encaminho o arquivo texto no anexo. Devido à restrição de tamanho do arquivo, tive de excluir algumas páginas; mas a proposição é montar uma apresentação resumida, adequada ao tempo de apresentação no evento.
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Sessão M6 : Governança Preditiva para o Sucesso em Projetos de Capital
Projetos de capital raramente falham porque “o time não conhece os processos”. Eles falham porque a governança opera em malha aberta: decisões são tomadas sem evidência preditiva, o sucesso é definido de forma inconsistente e parcial, fazendo com que a disciplina comportamental colapse sob pressão. Esta sessão funde três elementos em um único padrão de ciclo fechado: • O M.O.R.E. (PMI) como o motor comportamental para o sucesso; • O DREAM consolidando as 5 dimensões de sucesso (Delivering outputs; Realizing strategy; Enabling outcomes; Achieving value & benefits; Maximizing stakeholder satisfaction); • Os Indicadores Antecedentes (Lead Indicators) como a lógica preditiva que determina se o projeto pode prosseguir (re-baseline, re-escopar ou parar) mitigando os impactos da irreversibilidade do projeto. Os participantes sairão com uma estrutura prática para conectar mindset → ações de governança → dimensões mensuráveis de sucesso → sinais antecedentes → qualidade decisória, fortalecendo a previsibilidade e incrementando a probabilidade de sucesso em projetos de capital. Principais entregas para o público: • Definição de sucesso, além do triângulo de ferro, sem perder disciplina de entrega; • Entendimento da relevância de indicadores antecedentes (não apenas KPIs de atraso); • "Project Control" como sistema “nervoso” preditivo da governança, e não apenas como área de reporte.
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Sessão M7 : A transformação da indústria através da adoção de Conectividade e de soluções de Otimização Industrial
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Sessão M8 : Construction Monitoring and Productivity with AI
A dificuldade em garantir a conformidade de segurança e a produtividade eficiente em canteiros de obras remotos é o principal gargalo enfrentado pelo setor. Apresentaremos a tecnologia que utiliza visão computacional em câmeras de segurança para monitorar em tempo real o uso de EPIs (como capacetes) e identificar desvios operacionais, disparando alertas imediatos que eliminam a necessidade de supervisão humana constante. Além disso, a ferramenta transforma o monitoramento patrimonial em dados gerenciais, oferecendo dashboards interativos que detalham a produtividade das equipes e a logística de ativos, permitindo decisões estratégicas, redução de custos e mitigação de riscos contratuais de forma ágil e precisa.
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Sessão P1 : Projeto GATE: Introdução ao Projeto e estratégias utilizadas para antecipação de sua entrega
Graça Aranha Transmissora de Energia is a specific purpose company created to design, construct, commission and operate for 30 years a concession from ANEEL related to the connection between Maranhão and Goias States in Brazil. This is the biggest concession ever in Brazilian Energy Transmission Market and will be responsible to create a reliable link from Northeast to Center of Brazil. This link will open several possibilities for the SIN (National Interconnected System) in order to release 5GW power from wind and solar farms to the major loads in South of Brazil. This link will help the National Operator to reduce drastically the curtailment situation that is reality on green power generators in the region. In order to accelerate the project and release the functionalities described above, GATE has an aggressive plan to energize the whole scope almost 2 years in advance, planning to mobilize, during the construction phase, more than 6.000 employees along the more than 1.500km lines foreseen in the project. The project is also going to bring indirect benefits to more than 10.000 people with a lot of positive social impacts (temporary and definitive). There are, also, dozens of social and environmental projects connected to the construction and operation phases that will improve the quality of life of local people.
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Sessão P2 : Por que tantas obras fracassam?
A pesquisa analisa como a metodologia PDCS pode ser aplicada em projetos de infraestrutura para aprimorar a definição contratual e reduzir riscos. O estudo demonstra que o método contribui para entregas mais eficientes e alinhadas aos objetivos do empreendimento.
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Sessão P3 : O QUE UM PROJETO FAZ COM A ORGANIZAÇÃO
Projetos costumam ser apresentados como dispositivos técnicos: escopos detalhados, cronogramas precisos, fluxos claros, métricas objetivas. Mas, na prática, nada disso explica o que realmente acontece quando uma organização decide “fazer um projeto”. Por trás do vocabulário controlado, aparece um movimento mais profundo e menos admitido: o projeto vira o lugar onde três forças fundamentais se encontram — e colidem. A técnica tenta impor ordem, o poder tenta impor prioridade e o sentido tenta impor coerência. É desse choque que emerge aquilo que chamamos de projeto, e não dos documentos formais que fingem descrevê-lo. Antes de nascer como plano, um projeto nasce como intenção. Algo que alguém quer que aconteça. Uma ambição, uma necessidade, uma pressão, um medo, uma oportunidade — ou tudo isso simultaneamente. Essa intenção, quase sempre maior que o escopo declarado, procura um contêiner para existir. O projeto é esse contêiner. Ele dá forma ao que estava difuso, corpo ao que estava implícito e prazo ao que ninguém ousava assumir. Por isso, toda organização enxerga no projeto aquilo que costuma evitar no dia a dia: tensões, disputas, incoerências, hierarquias invisíveis e narrativas que precisam se sustentar mesmo quando a realidade não colabora. É por isso que projetos raramente fracassam por motivos técnicos. Eles fracassam porque a técnica, sozinha, não dá conta das intenções que ela tenta moldar; porque o poder distorce o que a técnica organiza; porque o sentido recobre tudo isso com uma narrativa capaz de manter a identidade da organização intacta. Não existe projeto puramente técnico. Assim como não existe projeto que não seja político — ou simbólico. O que existe é a ilusão temporária de que cronogramas controlam conflitos, de que indicadores protegem decisões e de que uma boa metodologia dissolve assimetrias. O argumento desta palestra é simples, embora desconfortável: Projetos não são ferramentas que usamos para organizar o mundo; são fenômenos que revelam como a organização realmente funciona. E, quando técnica, poder e sentido se chocam, o projeto se torna mais do que um conjunto de entregáveis — torna-se a materialização concreta das intenções reais, das disputas silenciosas e das escolhas que definem quem a organização é, não quem ela diz que é. É justamente nessa fricção que mora o valor analítico dos projetos. E é nela que esta reflexão se apoia.
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Sessão P4 : Gestão de Projetos com IA: Transformando Dados em Conhecimento com Knowledge Packs
Projetos grandes e complexos geram volumes massivos de dados, porém transformar essas informações em conhecimento acionável ainda é um grande desafio. Esta sessão demonstra como os AI Knowledge Packs, dentro de uma plataforma integrada de gestão de projetos, convertem dados do projeto em insights estruturados e acessíveis, ampliando a qualidade da tomada de decisão, otimizando fluxos de trabalho e melhorando o desempenho na entrega dos projetos. Os participantes obterão uma visão prática de como a Inteligência Artificial pode ser incorporada aos processos de Project Controls e Project Management, viabilizando uma execução de projetos mais inteligente, ágil e verdadeiramente integrada.
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Painel de discussão : Confiança que Move o Mercado: como transformar CapEx em valor para o acionista
A estratégia corporativa só gera valor real quando atravessa com sucesso a ponte da execução. O hiato entre a intenção do Conselho e a entrega final permanece como um dos maiores ralos de capital nas organizações modernas. Este painel propõe uma mudança de paradigma fundamental: a maturidade organizacional não deve ser vista apenas como eficiência operacional, mas como um ativo financeiro estratégico de alta relevância para o mercado de capitais. A tese central sustenta que organizações com governança e competências maduras reduzem drasticamente a variabilidade de seus resultados e aumentam a previsibilidade dos seus projetos e por sua vez dos fluxos de caixa. Sob a ótica financeira, essa previsibilidade atua na redução do risco sistêmico. Investidores e credores tendem a aplicar um prêmio de risco menor a empresas que demonstram capacidade consistente de transformar promessas estratégicas em realidade financeira. Consequentemente, a alta maturidade permite otimizar o Custo Médio Ponderado de Capital (WACC), possibilitando a captação de dívida (debt) com taxas significativamente menores e protegendo o valuation contra as volatilidades inerentes à execução de grandes projetos.
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Sessão P6 : Programa de descaracterização de barragens da Vale
O Programa de Descaracterização de Barragens da Vale foi iniciado em 2019 após o rompimento da barragem B1, em Brumadinho, e que se tornou, também, uma exigência legal. Tem como meta a retirada de todas as barragens construídas pelo método a montante — em cima de rejeitos ou sedimentos — em operação no Brasil. A iniciativa atende aos compromissos da Vale e à exigência da legislação vigente. O cronograma prevê conclusão das 30 estruturas até 2035, conforme termo de compromisso firmado em fevereiro de 2022 com estado de Minas Gerais, ANM e Ministério Público. A Descaracterização é um processo complexo, cada projeto tem características e desafios próprios, sendo nossa principal preocupação a segurança das pessoas e a do meio ambiente. Esse processo tem como objetivo eliminar a função original da barragem — reter rejeitos ou água — por meio de obras que restauram a estabilidade do terreno e recuperam ambientalmente a área. Estamos sempre inovando na adoção de tecnologias que promovam a segurança das pessoas. Também realizamos uma série de ações com objetivo de diminuir os impactos das obras para a comunidade e controlar riscos das operações, como sondagens e operações remotas, veículos não tripulados, drones, sistema de acesso seguro e drenagem controlada. O programa de descaracterização de barragens se destaca pelo ineditismo das soluções aplicadas e enfrenta diversos desafios como o impedimento de acesso a estruturas em nível crítico de emergência, escassez de mão de obra especializada, cumprimento rigoroso de prazos e compromissos assumidos com a sociedade e órgãos públicos, e acompanhamento contínuo das obras por auditorias técnicas independentes. De forma a gerar impacto positivo para sociedade, realizamos investimentos destinados à sociedade com o objetivo de mitigar impactos e gerar valor para as comunidades em que atuamos, promovendo iniciativas alinhadas a nossa ambição social de ser uma empresa parceira no desenvolvimento de comunidades autônomas, engajada em temas relevantes para a humanidade e comprometida com a mineração sustentável. O escopo do programa inclui 30 estruturas (Barragens, Diques e Empilhamentos), até o final de 2025, 19 estruturas já foram descaracterizadas, representando 63% do progresso. Além disso o programa tem um investimento previsto de 28 bilhões de reais para ser executado até 2035.
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Sessão P7 : Como aumentar a previsibilidade na execução de projetos, evoluir a maturidade do portfólio e desenvolver pessoas de forma sustentável
Por que megaprojetos continuam falhando em cumprir prazo, custo e benefícios esperados, mesmo sendo conduzidos por equipes experientes? Esta sessão propõe uma reflexão sobre o modelo tradicional de execução de projetos, demonstrando como um modelo estruturado de governança, combinado com transformação cultural e apoiado por plataformas integradas de gestão de projetos, pode aumentar significativamente a previsibilidade e a geração de valor. Com base na implementação prática do Capital Value Process, CVP, em grandes organizações industriais, a apresentação mostra como o foco na qualidade das decisões nas fases iniciais, apoiado por portões de decisão bem definidos, business cases robustos e avaliações multidisciplinares, permite evitar falhas ainda antes do início da execução. Mais do que um processo, o CVP representa uma transformação na forma como as organizações pensam, tomam decisões e colaboram. Quando combinado com ferramentas digitais integradas, procedimentos sólidos e padrões bem definidos, possibilita visibilidade em tempo real, gestão estruturada de dados e fluxos de trabalho integrados ao longo de todo o ciclo de vida do projeto, conectando estratégia, engenharia, execução e operação em um único ambiente. A sessão também abordará como o desenvolvimento de uma cultura forte de governança, a criação de redes internas de profissionais capacitados e a implementação de avaliações contínuas de maturidade, suportadas por sistemas integrados, contribuem para um modelo escalável e sustentável de gestão de portfólios complexos. Os participantes terão acesso a insights práticos sobre como empresas líderes estão reduzindo exposição a riscos, melhorando o alinhamento com os objetivos estratégicos e aumentando a transparência na tomada de decisão de investimentos, ao mesmo tempo em que promovem a troca de conhecimento e o desenvolvimento de equipes de alta performance. Serão apresentados ainda os principais aprendizados na implementação de frameworks de governança suportados por plataformas digitais em múltiplas unidades de negócio, incluindo desafios, fatores de resistência e elementos críticos de sucesso. Se você busca evoluir de uma gestão reativa para uma entrega de valor proativa, orientada por dados, esta sessão apresentará um caminho claro e comprovado.
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Sessão I1 : Creating Strategic Value Before Construction: Integrating Project Controls in FEED (Spanish)
Major infrastructure projects are often won or lost long before construction begins. During the early stages of project development—particularly during Front-End Engineering Design (FEED)—key decisions related to scope definition, cost targets, execution strategy, and project governance determine the foundations for successful delivery.This presentation explores how integrating project controls early in FEED can significantly improve the predictability and performance of complex infrastructure projects such as airports and major transportation systems.
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Sessão I2 : Mapear Não é Suficiente: Estruturas de Propagação de Risco em Projetos Complexos
A Análise Quantitativa de Riscos (QRA) é amplamente utilizada em Project Controls para avaliar incertezas de prazo e custo. No entanto, muitos modelos ainda adotam suposições simplificadas sobre como os riscos afetam as atividades do projeto. Na prática, os riscos raramente impactam tarefas de forma isolada, independente ou uniforme. Eles se propagam ao longo do cronograma seguindo padrões estruturais que influenciam de maneira significativa os resultados da simulação e a tomada de decisão. Esta apresentação explora configurações avançadas — porém práticas — de mapeamento de riscos em nível de tarefa, sempre considerando as duas dimensões clássicas de impacto: tempo e custo. O primeiro conjunto de configurações aborda impactos em série e em paralelo. Em configurações em série, o impacto do risco se acumula à medida que afeta tarefas sequenciais ao longo do caminho crítico ou quase crítico. Já em configurações em paralelo, o risco afeta múltiplas tarefas simultaneamente, e o maior impacto realizado deve ser considerado como o efeito dominante, e não a soma dos impactos. Essa distinção é fundamental, pois o tratamento incorreto de riscos paralelos pode inflar artificialmente a exposição e distorcer níveis de confiança. Em seguida, a apresentação analisa riscos independentes versus riscos dependentes. Embora seja comum tratar cada impacto como uma realização independente, muitos riscos reais — como perdas de produtividade, atrasos regulatórios ou interrupções na cadeia de suprimentos — se manifestam de forma correlacionada, aplicando o mesmo fator de impacto a várias tarefas. A comparação entre essas abordagens mostra diferenças relevantes nos resultados de cauda, percentis e reservas de contingência. O terceiro padrão explora fatores de sobreposição (overriding factors), nos quais um risco afeta várias tarefas com a mesma faixa de impacto, exceto uma ou poucas tarefas que apresentam comportamento diferenciado. Esse cenário é frequente em problemas de maturidade de engenharia, retrabalho ou atividades críticas de compras, e seu tratamento explícito melhora a precisão e a rastreabilidade do risco. O quarto padrão trata da ativação parcial do risco, em que um risco mapeado a várias tarefas afeta apenas um subconjunto delas em cada iteração da simulação. Essa configuração reflete melhor a incerteza real sobre como e onde um risco se materializa. Por fim, a apresentação introduz os riscos em cascata, nos quais o impacto inicial ocorre em uma única tarefa, mas se replica como um efeito dominó em fases e atividades subsequentes. Um exemplo típico é a falha de um guindaste, cujo impacto direto ocorre em uma tarefa específica, mas gera atrasos e custos adicionais em várias etapas posteriores do projeto. Com exemplos práticos baseados em simulação Monte Carlo, a sessão demonstra como essas configurações influenciam significativamente os resultados de prazo e custo, oferecendo aos profissionais ferramentas para elevar o realismo, a transparência e a credibilidade de seus modelos de QRA.
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Sessão I3 : Operational Readiness: Bringing Projects to Life in a Safe, Sustainable and Reliable Manner
Starting up an asset without a robust Operational Readiness strategy is a major cause of cost increases, unexpected shutdowns and potential accidents. Studies in multiple projects have shown that up to 30% of the value of a capital program can be destroyed due to failures in assessing readiness to operate (Deloitte, 2012). Operational Readiness is an integrative effort oriented to the successful start-up of an asset and the sustainment of initial operations in a reliable manner. This effort progressively collects, analyzes, and integrates information generated along the project lifecycle in line with the business. A concise 3-stage approach that demonstrated success in multiple projects of diverse nature is the Awareness-Preparedness-Readiness (APR) framework. This framework builds on the complexities and dynamic nature of projects and organizations in modern business environments. The first stage of the framework is Awareness. Awareness is the front-end effort to clearly define all parameters to steward and declare readiness in the project. At the most basic level, a project can be ready when it reaches a minimum level of technical completeness that allows to “press the start button”. However, this defines the minimum parameters, necessary but not sufficient, to consider bringing the project to life. On a broader scale, Awareness is about defining all aspects, technical and non-technical, that the organization requires confidently to start-up and operate the asset. The se
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Sessão I4 : A gestão centralizada de interfaces impulsiona a colaboração e a eficiência em um projeto de expansão de mineração.
No Chile, uma grande mineradora embarcou em um ambicioso projeto de expansão para aumentar a capacidade de processamento de minério de 130 ktpd para 160 ktpd. O escopo do projeto inclui a adição de novos equipamentos de britagem e processamento na planta de concentração. Para coordenar essa complexa expansão, a Proprietária firmou parceria com uma importante empresa de EPCM (Engenharia, Suprimentos e Gerenciamento de Construção), responsável pela gestão desses serviços. Para facilitar a expansão, a equipe do projeto utilizou a solução Interface Management da O3, que centralizou a coordenação entre as diversas equipes e partes interessadas.
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Sessão I5 : Project execution with & without applying AWP
Present a comprehensive comparison between traditional capital project planning execution vs applying AWP methodology, highlighting schedule development & early risk management.
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Sessão I6 : BIM Case Study: Parking Garage 6
This case study examines the implementation of Building Information Modeling (BIM) standards at Miami International Airport (MIA) during the $136 million Parking Garage 6 (PG6) project. As part of a larger $12.5 billion Capital Improvement Program (CIP), MIA sought to standardize digital workflows to ensure consistent information across 321 future projects. Key Strategy and Achievements: MIA prioritized a "Standards First" approach, developing a comprehensive mandate and collaborative framework to guide contractors. The project focused on six minimum requirements, including interdisciplinary coordination, schedule integration, and asset information management. The results established new benchmarks for the organization: Budget & Contingency: For the first time, a new building was completed within budget. Additionally, the entire 10% contingency budget remained unused. Schedule: Construction finished four weeks ahead of schedule. Operational Readiness: The team gathered all necessary as-built models and documentation prior to "Day 1" of Operations and Maintenance (O&M). Financial Impact: The project generated a total financial impact of $6 million, representing a 4.5% savings of the original budget. This included: $4.5 million saved through early clash detection and interference checks. $1.5 million in early revenue generation due to the accelerated opening. Future Vision MIA intends to scale this 4.5% savings rate across other CIP projects, potentially avoiding over $70 million in costs for major terminal expansions. The ultimate goal is to transition toward a Digital Twin initiative and interactive dashboards for remote asset management
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Sessão I7 : Aspectos de Liderança e Gestão aplicados em Mega projetos de relevância global. Por meio de técnicas inovadoras de Project Controls. Desafios superados no Case de Sucesso da Britagem para Compactos S11D, Serra Sul da Vale.
O projeto Britagem para Compactos, liderado por Anderson Gomes, consolida Canaã dos Carajás no Pará no mapa da engenharia mundial. O investimento foi de US$ 754 milhões para implantação deste megaprojeto brownfield de alta complexidade construtiva, que foi implantado aplicando soluções inovadoras de Project Controls. O desafio se tornou ainda mais complexo por ser executado em áreas remotas dentro Mina ativa com forte interface operacional. Para execução das obras foram mobilizados no pico um total de 2.500 trabalhadores para construção da maior estrutura em Terramesh do mundo com 60 metros de altura, fundação profunda com 583 estacas hélice, 3 milhões de metros cúbicos de terraplanagem com foco no reaproveitamento de dentro do site, além de uma logística intensa de agregados com mais de 19 mil carretas recebidas de fornecedores locais com pico de 100/dia, sem incidentes de segurança. A estrutura civil do prédio contou com a aplicação de 5 milhões de kg de aço com altas taxas de armação, execução em forma trepante metálica, adaptada à geometria do prédio e aplicação de 23 mil metros cúbicos de concreto. Para superar os desafios apresentados, garantindo segurança, prazo e qualidade, integramos soluções de engenharia de valor a toda a cadeia produtiva, com aplicação da metodologia AWP e modelagem BIM, planejamento 4D, gestão rigorosa de restrições e governança diária de performance. A operação foi reforçada por tecnologias embarcadas de Machine Control e por sistemas de produtividade, controle de perdas e gestão de frotas, além da adoção de alternativas construtivas mais eficientes. Esse conjunto de práticas e tecnologias inovadoras teve como foco elevar produtividade, previsibilidade e máxima eficiência na execução dos serviços. Com soluções de engenharia e expertise, foi alcançada a entrega deste grande projeto que eleva o padrão da engenharia nacional, deixando um legado de excelência e resultados sustentáveis. Porém, o trabalho mais importante foi manter as pessoas no centro de todas as decisões, com uma gestão e foco na segurança dos trabalhadores que estiveram envolvidos. Esse Milestones se deve ao engajamento dos times e da nossa capacidade de desenvolver e integrar valiosas parcerias.
Palestrante :
Sessão I8 :
Palestrante :
Pausa para café no meio da manhã @ Foyer
Pausa para almoço
Pausa para café no meio da tarde @ Foyer
Recepção de Bebidas
Noite de premiação
Registros no Balcão de Registros | Credenciamento
Abertura e Boas-vindas :
Palestrantes :
Palestra de abertura :
Palestrante :
Notas de abertura :
Palestrante :
Painel de discussão : Do controle à estratégia: O novo papel do PMO na Gestão de Portfólios - Inteligência estratégica para alocação de investimentos:
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Sessão C2 : Gestão estruturada de projetos e controle de custos em ambientes complexos
A crescente complexidade na gestão de projetos, aliada à pressão por eficiência e previsibilidade financeira, tem levado empresas a revisitar seus modelos de controle, governança e tomada de decisão. Nesse contexto, este painel reúne executivos do Grupo Globo, Grupo Patrimar e Peloton Consulting para uma conversa prática sobre desafios, aprendizados e resultados na gestão de projetos em ambientes de alta exigência. Ao longo da discussão, serão abordados temas como a estruturação de processos, a importância da integração entre áreas, o papel da tecnologia no suporte às operações e os impactos diretos na previsibilidade de custos e prazos. A troca de experiências permitirá entender como diferentes setores enfrentam desafios semelhantes e quais caminhos têm sido adotados para garantir maior controle, eficiência e consistência na execução dos projetos. O painel também explora a evolução da gestão de projetos de um modelo mais operacional para uma abordagem estratégica, conectada ao negócio e orientada a resultados. Ao final, será possível refletir sobre o papel das soluções tecnológicas como facilitadoras desse processo, apoiando decisões mais rápidas, redução de riscos e melhor utilização dos recursos. Uma oportunidade para profissionais que atuam com projetos complexos ampliarem sua visão, a partir de experiências reais e aplicadas ao dia a dia das organizações.
Palestrantes :
Sessão C3 : Embraer E-Jets E2 Development
A apresentação contém os seguintes elementos: 1. Breve histórico da evolução da Embraer 2. Histórico de aplicações de sucesso da metodologia de corrente crítica para gerenciamento de projetos e programas na Embraer ao longo dos últimos 30 anos 3. Case do desenvolvimento dos Programa E-Jets E2 destacando seus principais aspectos: a. Contexto de mercado b. Proposta de Valor do Produto/Programa c. Abrangência de escopo para o desenvolvimento de um Produto/Programa de grande porte (Produto, Infraestrutura industrial, Cadeia de Suprimentos, Suporte e Serviços, etc) d. Gestão por Corrente Crítica e sua contribuição para o sucesso da execução do desenvolvimento e certificação do Produto e. Resultados atingidos na fase de desenvolvimento f. Evolução do Programa na fase de Produção seriada e seus resultados atuais 4. Conclusão
Palestrante :
Sessão C4 : Planejamento é Resistência: Protegendo Projetos de Construção no Brasil do Caos com AWP, LPS, Takt Time e Padrões Internacionais de Contratos
Projetos de construção no Brasil frequentemente enfrentam atrasos crônicos, disputas contratuais e caos na execução. Nesta sessão, Thalles Silveira demonstrará como “Planejar é Resistir” — uma filosofia prática que transforma o planejamento em um poderoso escudo contra a incerteza. Com base em sua experiência em projetos de infraestrutura de saúde e em sua newsletter “Planejar é Resistir”, a apresentação explora a integração de Advanced Work Packaging (AWP), Last Planner System (LPS) e Takt Time com padrões internacionais de contratos e o Guia IBDiC. Os participantes aprenderão como essas ferramentas criam fluxo, reduzem desperdícios, melhoram a confiabilidade da cadeia de suprimentos e alinham as equipes de engenharia, suprimentos e construção. A sessão equilibra teoria com exemplos práticos da realidade brasileira, mostrando como os projetos podem alcançar entregas previsíveis ao combinar melhores práticas globais com os desafios da execução local. Ideal para profissionais de controle de projetos, planejadores e gestores da construção que buscam abordagens inovadoras e, ao mesmo tempo, realistas para projetos complexos de infraestrutura e saúde.
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Sessão C5 : Gestão Integrada de Projetos de Investimento de Capital - Visualização de Dados
A gestão integrada de um portfólio de projetos de investimento se constitui num particular desafio para organizações posicionadas em segmentos intensivos de capital, como é o caso da Indústria de Energia. Gerenciar múltiplos projetos em diferentes fases do ciclo de vida e maturidades distintas requer necessidade de articulação entre disciplinas e um exercício de governança apurado desde a geração, ingestão e curadoria dos respectivos dados, até o monitoramento e controle de indicadores de projetos em Cerimônias de gestão que visam realizar periodicamente a análise crítica desses Empreendimentos. Considerando a complexidade do Portfólio, prover Visualização integrada de dados provenientes de múltiplos sistemas transacionais gerenciados organizacionalmente por diferentes áreas da Companhia tem-se mostrado um desafio complexo. Nesse sentido, o desenvolvimento do Painel Integrado de Projetos (PIP) - Ferramenta de visualização colaborativa busca possibilitar uma experiência de consumo e visualização de informações transversais, a partir de dados curados no Ambiente Integrado de Dados e Analytics (AIDA) da PETROBRAS, atualizados periodicamente, em linha com os respectivos processos de gestão das disciplinas que compõem os respectivos projetos. Considerando o desafio e o desenvolvimento da ferramenta através de metodologia ágil e esforços de engenharia de dados, construção de produtos (de dados) e UX, o PIP entrega uma Experiência diferenciada e integrada em diferentes níveis de complexidade e completude do projeto, contando ainda com responsividade em dispositivos móveis, possibilitando recorrer a Insights relacionados a Gestão de Escopo, Tempo, Riscos, dentre outros domínios relacionados à Gestão de Projetos de Investimento de Capital.
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Sessão C6 : Operações que Lideram: A Evolução da Gestão Estratégica
Nesta apresentação, será explorada a construção de um modelo de governança capaz de posicionar a operação como protagonista na execução da estratégia corporativa. A jornada envolveu o mapeamento estruturado de stakeholders e a mensuração do engajamento, garantindo influência efetiva sobre todas as partes interessadas e fortalecendo a integração entre áreas. Implementamos rotinas de acompanhamento técnico para assegurar aderência ao escopo, gestão disciplinada de mudanças e decisões alinhadas às premissas estratégicas. Conectamos todo o portfólio aos direcionadores da diretoria, criando clareza de prioridades e ampliando a velocidade de resposta. Também estabelecemos uma visão integrada de curto, médio e longo prazo, permitindo antecipar estudos, necessidades futuras e oportunidades de eficiência. Por meio de uma matriz de maturidade, fortalecemos o funil de projetos e criamos critérios objetivos para avanço nos gates decisórios. Além disso, desenvolvemos líderes de projeto em competências críticas de gestão, ampliando autonomia, alinhamento e fluidez na execução. O resultado é um modelo de gestão que aumenta previsibilidade, reduz riscos e acelera a captura de valor em toda a operação.
Palestrantes :
Sessão T1 : Estratégias avançadas em gestão de custos e otimização de ativos
Organizações com processos industriais necessitam cada vez mais de melhores práticas para gerenciar o ciclo de vida de seus ativos, garantindo o alinhamento com tendências e abordagens emergentes, como a Indústria 4.0. A implementação dessas melhores práticas permite que as organizações otimizem o desempenho, a disponibilidade e o valor dos ativos ao longo de todo o seu ciclo de vida, da aquisição à desativação, utilizando ferramentas digitais e analíticas avançadas. Esta conferência explicará como processos e tecnologia (software) ajudam as organizações a estabelecer um modelo digital inteligente desde o início, garantindo a digitalização adequada dos ativos, a automação consistente e a inteligência artificial, plataformas de gestão integradas e a exploração coerente de dados por meio de análises e KPIs. Isso, por sua vez, possibilita a operação sustentável e alinhada dos ativos industriais dentro das estruturas regulatórias e de conformidade.
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Sessão T2 : Cases reais: O papel da construtibilidade em projetos de alta criticidade
O projeto teve como objetivo a substituição das superestruturas do espessador e do clarificador no Porto do Açu, uma intervenção crítica para garantir a integridade estrutural e a continuidade operacional da planta. O principal desafio consistiu em definir uma estratégia eficiente para desmontagem da galeria existente e montagem da nova estrutura dentro de uma janela rigorosa de parada, conciliando aspectos de segurança, engenharia, logística e operação. A necessidade de transformação decorreu de diversos fatores de risco, como a baixa previsibilidade da execução, o prazo restrito da parada, a ausência de uma metodologia clara para montagem e desmontagem, indefinições quanto ao esvaziamento e limpeza dos equipamentos, complexidade das interfaces (tie-ins), limitações de espaço e movimentação devido às condições de vento, inexistência de área para pré-montagem e comunicação fragmentada entre os envolvidos. Para superar esses desafios, foi desenvolvido ainda na fase de engenharia um estudo de construtibilidade com uso da metodologia BIM, integrando cliente, fornecedor, montadora, engenharia e operação. Essa abordagem permitiu estabelecer premissas técnicas, definir sequências executivas, planejar acessos e antecipar riscos, estruturando um plano orientado à execução. Durante a fase de implantação, atuamos diretamente no planejamento e controle das atividades em campo, acompanhando a execução de forma contínua e estruturada. Foi adotado o Last Planner System (LPS), aliado a rotinas diárias de alinhamento, o que garantiu maior integração entre as frentes de trabalho, transparência na comunicação e rápida identificação de desvios. Essa abordagem possibilitou tomadas de decisão ágeis e assertivas, promovendo maior confiabilidade no cumprimento da programação e aderência às metas estabelecidas na construtibilidade. A parada foi concluída dentro do prazo e do custo planejados, sem impactos operacionais. O projeto evidencia o papel da construtibilidade como elemento central para aumento da previsibilidade, suporte à tomada de decisão e garantia de uma execução segura e eficiente em empreendimentos industriais complexos.
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Sessão T3 : Como a IA está redefinindo o futuro de Project Controls
Esta palestra explora porque a IA é o futuro de Project Controls em projetos de capital: da crise de prazos e custos às dores de dados fragmentados e decisões lentas. Mostraremos como uma camada única de dados, recursos de IA embarcados e um copiloto conversacional transformam visibilidade, previsibilidade e lucratividade.
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Sessão T4 : Inteligencia Artificial para Avaliação de Maturidade de Projetos
O case desenvolvido na Vale para avaliação de maturidade de projetos utilizando Inteligência Artificial apresenta uma metodologia inovadora e de alta relevância para o contexto atual de transformação digital. A proposta consiste em um sistema de IA que avalia, de forma automatizada, mais de 600 projetos anualmente, ajudando na priorização, controle e alinhamento estratégico dos portfólios. A palestra poderá explorar a evolução de uma avaliação tradicional para uma abordagem baseada em IA, destacando os resultados alcançados na Vale: maior precisão na classificação dos projetos, aumento da eficiência na alocação de recursos, redução de riscos e melhoria contínua da maturidade organizacional. Serão apresentados os principais componentes do sistema, incluindo coleta e análise de dados, modelagem preditiva e suporte à decisão. A experiência demonstra que a IA pode acelerar processos de avaliação, integrar múltiplos fatores de risco e impacto, além de promover uma mudança cultural na gestão de projetos, alinhada às melhores práticas modernas. O evento também abordará o potencial de escalabilidade e adaptação dessa metodologia, reforçando a tendência de que a automatização inteligente será uma peça fundamental na gestão de portfólios e na avaliação de maturidade em projetos, programas e portfólios, contribuindo para a competitividade e inovação organizacional em diferentes setores.
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Sessão T5 : Gestão de custo no Oracle
A palestra apresenta uma visão aprofundada sobre como organizações podem elevar sua maturidade em gestão de custos por meio do uso estratégico do Oracle Primavera Unifier, uma das plataformas mais completas do mercado para governança, controle financeiro e integração de processos em projetos de qualquer porte. O conteúdo foi desenvolvido para profissionais que buscam precisão, transparência e eficiência na administração de investimentos, contratos e fluxos de aprovação.
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Sessão T6 : Grafos de contexto na administração contratual de projetos
Na palestra “Grafos de contexto na administração contratual de projetos”, eu mostro por que, na prática, dados e documentos não bastam para dar previsibilidade e consistência à gestão contratual — o que costuma faltar é a camada de significado, regras e experiência acumulada que orienta decisões no “mundo real”. A partir da evolução Dados → Metadados → Camada Semântica, apresento os grafos de contexto como a infraestrutura que conecta o que existe (cláusulas, eventos, evidências, prazos, medições, riscos) com o que isso quer dizer agora, para este contrato, neste cenário, com estes papéis e limites de governança. Diferente de um grafo de conhecimento tradicional (que descreve entidades e relações), o grafo de contexto adiciona camadas decisivas para a administração contratual: intenção, regras de negócio, governança, permissões, relevância temporal, sinais operacionais, histórico de decisões e nuances organizacionais. Ele torna “visível” e rastreável o conhecimento tácito — aquilo que raramente está escrito, mas define o que é aceito, o que escala, quem aprova “quando importa” e como se interpreta “alto risco” na vida real. Com isso, discuto como grafos de contexto viabilizam respostas fundamentadas (com evidências), raciocínio explicável e ações confiáveis de agentes/assistentes, aplicadas a rotinas como: análise de pleitos e mudanças, leitura orientada de cláusulas, checagem de compliance, trilhas de aprovação, detecção de exceções recorrentes, consistência de decisões, e alertas quando o projeto cruza gatilhos contratuais (prazo, custo, escopo, interfaces, responsabilidades). Fecho com um roteiro pragmático de adoção: começar por casos de alto impacto (mudanças/claims), definir vocabulário e fontes confiáveis, conectar sistemas e repositórios, registrar decisões e precedentes, e implantar governança/permissões — criando a “ponte” entre a operação do contrato e resultados de IA realmente confiáveis.
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Sessão B1 : Do BIM à Obra: Como a Utilização de Metadados Revolucionam a Gestão de Construção e Montagem
Projetos de capital de quaisquer segmentos compartilham dores em comum na gestão de atividades de instalações industriais: a necessidade de traduzir uma diversidade de documentos de engenharia para uma gestão e controle da construção e montagem, de maneira manual, repetitiva e imprecisa. Este trabalho explora como os atributos disponíveis nos modelos BIM – os chamados metadados - podem transformar a gestão e o planejamento de obras, abordando duas vertentes: a gestão de materiais e o planejamento de construção e montagem. Tradicionalmente, os materiais de aplicação (MRO) são tratados em listas extensas, o que dificulta identificar itens críticos em prazo. Mesmo em pequena quantidade, itens críticos provocam uma reação em cadeia: montagem paralisada, custos elevados para soluções emergenciais e até impacto no prazo do projeto. A proposta é usar metadados para organizar os materiais por escopo, podendo ser vinculados à EAP e assim permitindo atribuir prazos individuais e antecipar desvios. Na vertente de planejamento de construção e montagem, a proposta é de converter metadados em atividades, tarefas, recursos e durações, eliminando tarefas manuais, repetitivas e imprecisas do planejador. Isso é possível através de automações e utilização de índices de produtividade. O resultado é uma mudança de paradigma: de gestão por documentos para gestão por dados, com maior precisão, redução de retrabalho e foco estratégico na execução.
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Sessão B2 : Comissionamento como Estratégia, Não Etapa: Lições de um Caso Real em Termogeração
• Projetos de termelétricas exigem integração e precisão. Quando o planejamento se apoia apenas na construção, surgem atrasos, retrabalhos e dificuldades na fase mais crítica: o comissionamento e a partida. Nesta palestra, mostramos como um planejamento guiado pelo comissionamento reorganiza prioridades, otimiza a rede de precedência e pode garantir a entrega dos sistemas necessários para uma partida segura e dentro do prazo. Ao final, o público entenderá: o as três fases de gestão e controle: construção das commodities dos sistemas prioritários, handover dos pacotes e execução do comissionamento; o como usar mecanismos de controle por sistemas; o como planejar com foco na partida operacional, não apenas na obra; o como aplicar planejamento baseado no processo real da planta, indo além do escopo físico.
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Sessão B3 : Integração dos Conceitos Planejamento, IA e AWP como Vetores de Eficiência na Cadeia Produtiva da Construção
A aplicação integrada de conceitos de Planejamento, metodologia AWP (Advanced Work Packaging), POC (Path of Construction) e WFP (WorkFace Planning) potencializa a eficiência dos projetos na construção ao ser combinada com a Inteligência Artificial (IA). Essa sinergia permite otimizar o planejamento, a execução e o controle, promovendo ganhos expressivos em produtividade, previsibilidade e redução de retrabalhos, além de fortalecer a integração entre engenharia, suprimentos e construção ao longo de todo o ciclo de vida do empreendimento.
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Sessão B4 : Metodologias e Ferramentas Inovadoras para Obras e Modernizações em Geração e Transmissão de Energia
A evolução das obras no setor de Geração e Transmissão de energia exige hoje um nível de precisão, velocidade e governança que só é possível graças à combinação de metodologias estruturadas e tecnologias digitais avançadas. Em um ambiente marcado por alta competição, investimentos elevados, janelas de execução restritas e necessidade de alta confiabilidade operacional, a capacidade de tomar decisões ágeis e baseadas em dados torna se um diferencial crítico. A AXIA Energia vem cada vez mais buscando a adoção de plataformas integradas que centralizam informações de cronograma, escopo, medições, riscos, custos e investimentos. Esse ecossistema digital permite acesso rápido e remoto à informação, oferecendo ao time de engenharia total visibilidade sobre o andamento físico e financeiro dos projetos. Ferramentas de comparação automática entre etapas previstas e executadas aceleram a identificação de desvios e possibilitam intervenções antecipadas — reduzindo impactos no CAPEX, evitando retrabalhos e garantindo a aderência aos prazos regulatórios. A digitalização avança também com a adoção de drones automatizados realizando acompanhamentos e inspeções periódicas e programadas em linhas de transmissão, áreas de usinas, subestações e canteiros. Esses voos geram imagens, nuvens de pontos e modelos atualizados, que alimentam dashboards e permitem análises comparativas quase em tempo real. Em complemento, tours virtuais e registros em 360° proporcionam auditorias remotas e comunicação clara entre equipes distribuídas geograficamente. A próxima etapa deste grande passo é integração dessas informações com modelos BIM, fortalecendo o planejamento e o controle ao longo de todo o ciclo da obra. O BIM 4D/5D conecta cronograma e custos a modelos detalhados, facilitando análises de interferências, validação de medições e antecipação de gargalos físicos e logísticos. Essa sinergia entre campo e modelo digital aumentará a previsibilidade e reduzirá incertezas — fundamentais em empreendimentos de alta complexidade e criticidade energética. No eixo de segurança e compliance, câmeras online com inteligência artificial já atuam na identificação automática do uso adequado de EPIs e de comportamentos de risco em subestações, casas de força, fundações e frentes de serviço. A tecnologia não apenas reforça o compromisso da empresa de Vida em Primeiro Lugar. O conjunto dessas metodologias e ferramentas está desenvolvendo um ambiente altamente conectado e responsivo, onde o avanço físico, o desempenho financeiro e a segurança são monitorados em tempo real. Com isso, torna se possível tomar decisões rápidas, antecipar cenários, otimizar investimentos e assegurar a confiabilidade das entregas, contribuindo diretamente para a robustez e competitividade do setor elétrico.
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Sessão B5 : IA para Gestão e Controle de Projetos de Construção
Muitos dos desafios na gestão e controle de projetos de construção, bem como na administração contratual, podem ser atribuídos à nossa incapacidade de processar o enorme volume de documentação gerado pelas diversas equipes envolvidas, bem como ao uso de sistemas e ferramentas não padronizados. Por exemplo, atualizar cronogramas apenas uma vez por mês não permite que os Gerentes de Projeto (PMs) gerenciem problemas e impedimentos de forma ativa, fazendo com que os atrasos sejam reconhecidos apenas depois de já terem impactado o projeto. O estágio atual das tecnologias de Inteligência Artificial (IA) pode ser utilizado para processar documentação complexa de construção, tornando a gestão de projetos mais simples e integrada. Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) têm a capacidade de analisar e extrair informações relevantes de documentos específicos do setor, respondendo em linguagem natural. No entanto, os LLMs apresentam limitações, como memória e contexto restritos, o que torna sua aplicação em cenários reais um desafio. Há uma necessidade clara de colaboração entre especialistas em gerenciamento de projetos e administração contratual, e especialistas em IA para direcionar problemas específicos que os LLMs possam resolver de forma eficiente, contornando suas limitações e garantindo aplicabilidade prática no setor. Nesta sessão apresentaremos como a combinação da expertise de construção e IA resultou no desenvolvimento de uma solução para gestão e controle de projetos de construção que se integra facilmente aos fluxos de trabalho existentes, ao mesmo tempo em que melhora a eficiência na entrega dos projetos e na tomada de decisão. Um relatório recente do McKinsey Global Institute destacou que nove em cada dez megaprojetos de infraestrutura apresentam estouros de custo superiores a 70% do orçamento original. Muitos desses desvios estão relacionados ao tratamento tardio de problemas, à falta de planejamento avançado para riscos e à escassez de especialistas para executar contratos mais rigorosos. Faremos uma demonstração de como a IA pode automatizar o principal desafio da integração entre prazo, custo e escopo na gestão de projetos de construção, permitindo que as equipes compreendam rapidamente o impacto de problemas e impedimentos e adotem medidas antes que esses impactos se concretizem. A solução proposta processa múltiplas fontes de documentação produzidas por diferentes equipes, cria conexões entre elas, automatiza tarefas específicas e permite que os usuários acessem documentos relacionados às tarefas quando necessário. Também destacaremos as possibilidades e limitações das tecnologias atuais de IA incluindo LLMs, incentivando a próxima geração de inovadores a utilizá-las de forma estratégica para enfrentar os desafios de seus projetos. Nossa abordagem demonstra como a IA pode aumentar a eficiência dos projetos de construção, em gestão e controle de projetos e administração contratual, com soluções baseadas em IA para desafios reais. A palestra combinará apresentação conceitual com demonstração prática, trazendo dados que fundamentam nossa abordagem e identificando oportunidades de melhoria. Temas: - Integração entre escopo, prazo e custo. - O problema da documentação fragmentada (silos de informação). - Como IA e LLMs permitem consolidar informações e oferecer uma visão integrada do projeto.
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Sessão B6 : Cases reais: planejamento que saiu do papel e virou resultado
Em três cenários distintos de obra, esta apresentação mostra como o planejamento integrado deixa de ser teoria e passa a gerar resultado no campo. Aborda integração, construtibilidade e produtividade para aumentar previsibilidade, reduzir riscos e impactar resultados.
Palestrantes :
Pausa para café no meio da manhã @ Foyer
Pausa para almoço
Discurso de encerramento @Salão de conferência 2
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